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Compartilhamento de Processo: Leituras do projeto Lia Roxa e a Matinta Pereira


Acompanhe como foram as primeiras leituras do livro Lia Roxa e a Matinta Pereira!


LEITURA 1 – EM Isabel Lupianhes


A primeira leitura do livro LIA ROXA E A MATINTA PEREIRA foi realizada no dia 03 de novembro de 2025, para 280 crianças. Como o livro é longo e a turma tinha os primeiros, segundos e terceiros anos, optamos por agilizar algumas partes da história para não perder a atenção das crianças. Elas ficaram muito atentas à história, e notamos que elas perceberam que a coruja dourada era o espírito da mãe da Lia – as questões familiares prevaleceram para as crianças, em detrimento aos conflitos da sala de aula (algo que nos surpreendeu).

Durante as perguntas, um dos alunos perguntou o que tinha acontecido com o pai da Lia e como a mãe dela faleceu. A autora respondeu que, de toda forma, a garota tinha uma família amorosa que era a avó e a tia.

 

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LEITURA 2 – EM Isabel Lupianhes

 

No início da segunda leitura, quando a autora falou que a Lia tinha o cabelo roxo, uma das crianças falou “Que demais”!

Foi algo que surpreendeu positivamente a produção, já que a diferença foi vista como algo positivo logo de cara – ou talvez, também, pois ao falar com crianças mais velhas, essas características mais disruptivas são vistas como algo bom. Nesse caso, a leitura foi realizada para 179 crianças dos quartos e quintos anos. Curiosamente, nessas turmas, havia muitas meninas com o cabelo pintado com cores fantasia.

A produção notou que, em alguns momentos, as turmas dispersavam um pouco – mas toda vez que a autora focava nos elementos mágicos da história, todos voltavam a prestar atenção.

 


LEITURA 3 – EM Doutor Morato

 

A primeira turma da Doutor Morato também foi muito participativa e entrosada. A autora percebeu que convidar as crianças a fazerem a sonoplastia da coruja ajudava na atenção e no foco, então incentivou para que eles integrassem a história.

 

LEITURA 4 – EM Doutor Morato

 

Algo que já foi percebido em leituras anteriores, é que na parte da tarde as crianças ficam menos atentas. A segunda turma do Doutor Morato parecia não estar muito engajada na atividade, mas com um incentivo da diretora, todos pareceram querer cooperar.

Apesar de sentir algumas crianças um pouco dispersas, notamos que, no geral, em Francisco Morato, o público parece sedento por ações culturais – o que, na verdade, dispersa, é um número muito grande de crianças num local diferente.

Nesse caso, o som da coruja ajudou também, porém, eles pareciam ter dificuldade em saber quando parar. Eles também querem conversar e interagir com a autora durante a leitura, o que, infelizmente, não pôde ser incentivado – já que tínhamos horário do intervalo a cumprir.

No final da leitura, uma das meninas falou coma autora que se identificava muito com a Lia, porque as meninas não gostavam dela porque ela era diferente. Ela disse também que um dos meninos já chegou a bater nela. Ela, aliás, era uma das crianças mais falantes e conversadoras da turma – muito esperta e disponível. O depoimento foi repassado para a diretora da escola por mensagem após a atividade, para que a instituição tomasse as devidas providências.

 
 

2024 © Romã Atômica

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